sexta-feira, 14 de maio de 2010
Ecos
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Sem Culpa
Calma
segunda-feira, 10 de maio de 2010
À todas nós
domingo, 9 de maio de 2010
Intuitiva
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Assim
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Nao me calo
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Armário do Poeta
Abro uma gaveta.
De repente papel e caneta.
Acentos, vírgulas, pontos.
Palavras e mais palavras
De mim tomam conta.
Assustada, lhes digo - confesso!
E logo vão dizendo, nos libertem.
Perguntam, cadê os versos?
As reticências mostram mais exigências...
Não esqueça os sentimentos,
Todos eles...
Ah! E uma dose de insanidade...
Pra mostrar a verdade.
Uma a uma as rimas vão sendo formadas...
Dizendo, nos una, mas não nos prenda.
E insistem, não esqueça, somos poema
E antes de finalizar, o alerta...
Pode nos usar ao teu belo gosto,
Só nos deixe liberta.
E assim, mais calmas me dizem...
A caminhada é longa
E às vezes incerta,
Mas não pense, apenas sinta...
Não esqueça, és poeta!
Livre
Ah!
Esse espírito aventureiro
Itinerante,
Sem destino
Pelo mundo avante.
Não tente mudar seu rumo
Se tornara errante.
Não tire dele a beleza
Do incerto.
Não mostre o caminho
Deixe-o seguir sozinho.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Amo!
Amo!
O canto da chuva.
O sorriso dos olhos.
O arrepio da alma.
O gosto do proibido.
O sexto sentido.
O sonho não envelhecido.
As noites de sol.
Os poros abertos.
Os dias incertos.
O tremor do lençol.
O descer da subida.
O chegar da partida.
A vida pra ser vivida.
Amo!
Deixar minha alma
Para ser lida.