Espalham-se aos cantos
Aos redores,
Em seus contornos.
Enfeitam-se de cores
Agudos, graves,
Alastram pelas paredes.
Despem-se de pudores,
Suplicam por quereres,
De juras em altares.
Humilham-se em favores
De joelhos em dores,
A luz que apaga.
Ouvem-se os rumores
Lamentos de torres.
Elos de correntes.
Imploram aos céus
Pedidos em louvores,
Silencie seus clamores.