"Eu não escrevo poesia, não escrevo poema. Eu só desnudo minha alma." Fátima Amaral

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Vôo limitado

Sei que há em mim
Um pássaro que voa
Que desafia trovões
Riscos dos céus
Tempos de idas ou noites
Gaiolas e alçapões.

De visão distante, esse pássaro
Para os azuis de horizontes, tem muito apetite
Vôos de calor rasantes
E distâncias de muitos frios
Aventura-se sem medos
Em lugares escuros.
Destemido, pássaro meu. 

O meu lamento é que, 
O conheço por dentro.
Não vôo em suas asas.



9 comentários:

Ana Martins disse...

Pois não Fátima!
Se voássemos nas asas do pássaro que há em nós, seríamos na maioria das vezes mais arrojadas.

Beijinho,
Ana Martins

EDER RIBEIRO disse...

Mas ele, o pássaro, é que impulsiona a ir adiante, Bjos.

ღα૨gѳђ ખ૯૨ท૯૮ઝܟ disse...

Quem não traz cor aos meus dias não deveria, mesmo, estar junto ao meu corpo...


beijo

Lufe disse...

Mas há que abrir as asas, alçar novos voos.....


bjo procê

Pri disse...

Oi Flor,bom dia!
Vim te desejar um ótima sexta, e já com os votos de que tenha um bom fim de semana.

Beijos da Pri :)

Mik disse...

É sufocante saber dessa liberdade escondida dentro de nós, com toda o seu potencial para ir bem mais longe. Mas já saber é um bom início para quem sabe, um dia, não abraçarmos a coragem e saltar??
Sopros ....

Lilá(s) disse...

Que esse pássaro continue voando e nos presentei com estas lindas poesias.
Bjs

Cronollogias disse...

Tua criatividade voa, isso é o essencial, acompanha o espirito enquanto partes de uma mesma existência.

Beijo e bom fim de semana.

Dário Rodrigues disse...

Olá linda,

Tenho facebook sim. Me mande mesnagem com o seu email do facebook.

Beijo