"Eu não escrevo poesia, não escrevo poema. Eu só desnudo minha alma." Fátima Amaral

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Necessidades da razão.

Os sapatos se aposentaram
os pés seguem sozinhos
há muitos trovões
entre a chuva 
e o próximo caminho.
O que ama, deixo para trás
petrificado
em seu sofrimento
Não há mais cura.
Sigo.
Vazio de sentimento.

4 comentários:

Elzinha Coelho disse...

Eis a sina ingrata de tantos destinos... seguir sozinho...
Já há muito não visitava este teu cantinho e é muito bom estar aqui.
Beijos

Ana Pereira disse...

Boa tarde
Passei pelo teu cantinho para te dar a conhecer o meu modesto espaço de poesia.
Espero que gostes. Um abraço, Ana Pereira
http://almainspiradora.blogspot.pt/

A.S. disse...

Adoro o teu desnudar de alma Fátima...


Beijos,
AL

Solange Duarte disse...

Precisamos ir em frente..

Bjs.Sol