"Eu não escrevo poesia, não escrevo poema. Eu só desnudo minha alma." Fátima Amaral

terça-feira, 20 de abril de 2010

Amo!

Amo!

O canto da chuva.

O sorriso dos olhos.

O arrepio da alma.

O gosto do proibido.

O sexto sentido.

O sonho não envelhecido.

As noites de sol.

Os poros abertos.

Os dias incertos.

O tremor do lençol.

O descer da subida.

O chegar da partida.

A vida pra ser vivida.


Amo!

Deixar minha alma

Para ser lida.

5 comentários:

pablorochapoesias.com disse...

Lindíssimo.. Um poema que fala de amores tão simples e complexos.. Adorei! Parabéns Fátima!

César disse...

'o sexo sentido'..rssss....

O descer da subida...gostei, moreninha.
Beijoz.

Anônimo disse...

belissimo!! falta pouco pra chegar neles ora!! beijão

pablorochapoesias.com disse...

Quando teremos novo post? Quero ler-te mais! Bjs!

Hélio disse...

Olá Amiga! Este poema é muito bonito mesmo. Acho que todo mundo tem um pouco de vontade de compartilhar a própria alma.
bjos