"Eu não escrevo poesia, não escrevo poema. Eu só desnudo minha alma." Fátima Amaral

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Atrevida

É o toque na pele
Os poros dilatados
É o vai e vem da vida
Você ao meu lado
Dia e noite acordados
Nos arrepios dos poros
É fogo fervendo água
Nas minhas secretas maldades
Impudicamente ousadas
É o subir da descida
Se não for assim, não sinto vida
Há de ser atrevida
Se for para acabar contigo
Acabo.
Mas que seja com um gemido.

10 comentários:

Jean Maia disse...

porque os poetas amam o paradoxo?

Ingrid disse...

linda sensualidade querida..
beijos perfumados..

Lilá(s) disse...

Lindo, sensual, suave.
Bjs

Rogério Pereira disse...

Se comigo for
que não seja gemido
mas grito
e não de dor.

(seu poema é belo porque é simples
e é tão dificil atingir a simplicidade do belo)

Pri disse...

Fátima que Lindo!
Simples,direto e sensual.
Lhe desejo um fim de semana ótimo.

Beijoss da Pri.

Eraldo Paulino disse...

Lindo!

Luna Sanchez disse...

Sua atrevida talentosa!!!

=D

Adorei, adorei!!!

"É fogo fervendo água"

Ui!

Beijos, Fátima.

Pri disse...

Fátima bom dia!

Obrigada viu, quando coloquei do Lar fiquei pensando em por outra coisa mas ai pensei é o que sou mesmo,rsrsrsrsrs.
Tenha um ótimo domingo!
Beijossss

EDER RIBEIRO disse...

a sensualidade ferve nesse poema, umedece. Bjos.

A.S. disse...

Belo! Intenso! Sensual... cada palavra é uma doce caricia!


Beijos!
AL