"Eu não escrevo poesia, não escrevo poema. Eu só desnudo minha alma." Fátima Amaral

domingo, 20 de novembro de 2011

Fique em mim

Fique em mim assim
Só por uns instantes,
Somente o tempo de eu chegar...
Desfazer-me do véu
Dar o beijo de aceito.

Fique em mim assim
Deixe o suor sentir,
Deixa a vida se abrir
Deixe o teto mostrar o céu.

Fique em mim assim
Nessa infinitude de instantes
Para que eu possa ver
Só um pouco mais adiante.

Fique em mim assim
Que o mundo se cale
Que só sinos falem
E ouçam meu sim.

14 comentários:

EDER RIBEIRO disse...

Fátima, os seus poemas dizem o que temos no coração e por faltar palavras não conseguimos expressar. Maravilhoso. Bjos.

Michele P. disse...

Fátima

Amar é quando a gente deseja morar um dentro do outro?

:)

Poema maravilhoso.

Um abraço

Ingrid disse...

momentos eternizados linda!
encantador!
beijos perfumados..

ॐ Shirley ॐ disse...

Fique em mim nessa infinitude de instantes...Lindo, Fátima. Beijo no coração!

Pri disse...

Oii Fá,boa tarde!
Então eu vi o video do link que você deixou lá no blog e já tinha visto ele a um tempo atráz.
E é isso minha querida gostaria que muitas pessoas abrissem a mente para a realidade das coisas que estão acontecendo.
Obrigada e quando tiver algo que queira compartilha é só falar.Ok
Beijoss bom fim de domingo pra você.
Pri

Sonhadora disse...

Minha querida

Quando há amor desejamos sempre estar dentro do outro e com ele, adorei e deixo um beijinho com carinho.

Sonhadora

Lufe disse...

Fatima,

seus poemas estão cda vez melhores e fazem juz ao nome do blog.
Os sentimentos vem mesmo a flor da pele.

bjo procê

Luna Sanchez disse...

Fátima, essa lindeza merece ser musicada!

Que belo, guria, que profundo, que capacidade incrível a tua de acariciar o limiar dos sentidos.

Eitcha, adoro!

=D

Beijos, moça querida (sim, querida).

。♥ Smareis ♥。 disse...

Lindo demais os versos. Muitos sentidos. Beijo e ótimo come;o de semana.

O Profeta disse...

Uma cama amarrotada pela passagem do amor
Lençóis que aprisionam o calor
Suspiros espalhados pelo chão
Uma imagem santificada sustenta o louvor

Uma pecadora ungida pela chuva
A sorte e a morte em bravata eterna
As ave marias que uma boca vomita
Para no céu ser, clemente a sua pena

Já não há xailes negros na ilha
Já ninguém liga a agoiros
O mar continua açoitar a costa
Deixando despojos, tesouros

Bom domingo

Terno beijo

Lilá(s) disse...

Poema maravilhoso, muito sentido e romantico, admiro a simplicidade da tua poesia!
Bjs

Jonh Lemmon disse...

lindo....todos...

Rogério Pereira disse...

Não,
não tens razão
Há muitos medos
Medos de todas as cores
Transparente?
Também.
Mas o pior medo
é o medo de nós próprios
e ninguém lhe sabe dizer a cor
É um medo que cega
e não deixa ver
a fé, a coragem,
nem a esperança
que se perfila na paisagem

(já escrevi sobre os medos, meu último texto ver aqui

Halifas Quaresma disse...

"Que o mundo se cale..."

Cada vez mais intenso guria.