"Eu não escrevo poesia, não escrevo poema. Eu só desnudo minha alma." Fátima Amaral

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Calma


Vou assim desatenta
Escrevendo ao relento.
Sentindo o vento.
A blusa de brisa.

A névoa que envolve,
e tudo me devolve.
Vendo o que não via,
Sentindo o que não sentia.

E assim sem esquecer,
E por de novo perceber,
Ando na calmaria,
Atenta em apenas ser.

2 comentários:

Nini C . disse...

E assim sem esquecer,
E por de novo perceber,
Ando na calmaria,
Atenta em apenas ser.
muitoo lindo, obrigada pela visita e comentario, fiquei um pouco apreenssiva de ter postado aquele texto, mais nunca tive vergonha de espor meus sentimentos, por isso escrevo pra um blog rsrs... beijoos...
obs: vooc tbm é linda :)

Hamilton H. Kubo disse...

Que jamais deixes de ser atenta então.
Em verdade, é necessário se lembrar para não se deixar enganar.
Pois, quando caímos por uma mentira apaixonada.
Nada nem ninguém nos tira da clausura não sendo nós mesmos, diante da amargura.

Beijos e como sempre perfeito!