"Eu não escrevo poesia, não escrevo poema. Eu só desnudo minha alma." Fátima Amaral

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Poço da vida


Nova caminhada.
Nova estrada e sua lida.

Depois de páginas
E páginas (em branco),
Destruídas.

Foi necessário um barranco,
Para a subida.
O que eu via chegada.
Agora é partida.

Depois do fundo.
Não há mais saída.
A subida e mais fácil
Que a descida.
(mas apenas no poço da vida).

7 comentários:

Raquel de Carvalho disse...

hummm... adoreiii esse poema!!!!!
Lindíssimo!!!!
Parabéns!!!!
Beijosssss

Mila disse...

Bom seria que todo fundo de poço tivesse mola, mas a vida é dura feito rocha, vamos enfrentá-la então...
Belos versos...
Bjs da Mila

Michele P. disse...

Belo e verdadeiro poema!
Parabéns!

PS: Obrigada pela visita.

Beijos

Hamilton H. Kubo disse...

Infelizmente a minha descida foi mais fácil.
E ainda permaneço nesta subida.

Bela poesia, parabéns!

Beijos!

pablorochapoesias.com disse...

O que importa é sempre levantar e retomar a caminhada, Fátima!

Bela reflexão, poetisa!

Beijos!

Raquel de Carvalho disse...

Eiiii... te dediquei um Selinho lá no meu Blog, pega lá!!!


http://pensadoecontado.blogspot.com/

Beijossss

Marisa Queiroz disse...

Grande Fátima, expressaste direitinho a descida mais difícil do mundo: a descida da vida. Amei. Um beijo grande e obrigada pela visita ao meu blog. Me tornei sua seguidora. Beijos