"Eu não escrevo poesia, não escrevo poema. Eu só desnudo minha alma." Fátima Amaral

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Ecos


Essa voz de fala atroz.
Ressoando na parede,
Como um algoz.

Ecos da alma soltos, talvez.
Do que fiz de mim,
E agora sou.

E com toda sordidez
a vida marcou,
mas o sonho, ainda restou.

Um comentário:

Hamilton H. Kubo disse...

Do sonho que resta, resta então semente.
Da semente que bem cuidada, se tornará nova vida.
Enova vida sendo, um papel em branco se torna para se reescrever a história.

Beijos!